Phobos
Orquestra Robótica Disfuncional

Phobos é um conjunto de pequenos robots e dispositivos de geração automática de música que se agregam numa Orquestra Robótica Disfuncional, uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes.
Phobos representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana através das máquinas, das utopias tecnológicas, dos avanços e retrocessos das liberdades. O seu nome provém da mitologia grega, onde Phobos é a encarnação do medo, sendo também o nome da maior lua de Marte, condenada a desaparecer devido à proximidade da sua órbita em relação ao planeta.

Conceção e direção: Gustavo Costa
Criação de Novos Instrumentos: Henrique Fernandes, Gustavo Costa e Alberto Lopes
Músicos e criadores de instrumentos convidados: Thierry Madiot, Vincent Martial e Hanna Hartman
Programação e robótica: Tiago Ângelo e João Menezes
Composição: Carlos Guedes, Rui Dias e José Alberto Gomes
Conceção cenográfica: Igor Gandra (Teatro do Ferro)
Video: Miguel C. Tavares
Produção Executiva: Patrícia Caveiro
Produção: Sonoscopia
Apoio técnico: Digitópia
Apoio logístico: Teatro do Ferro
Parceiros: GNRation, NYU Abu Dhabi, CCVF, Centro Cultural de Ílhavo e Festival Bons Sons
Projecto apoiado pela REPÚBLICA PORTUGUESA | CULTURA e DGARTES

Próximas apresentações:
2018/05/19-20 | Porto, Casa da Música – Workshop

Apresentações Passadas:
2017/10/18 | Porto, TNSJ – Mosteiro de São Bento da Vitória
2017/08/13 | Cem Soldos, Bons Sons
2017/06/23 | Ílhavo, Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré – com Hanna Hartman
2017/06/03 | Porto, Serralves
2017/04/19 | Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, NYUAD
2017/04/06 | Guimarães, CCVF – com Vincent Martial
2017/01/20 | Braga, GNRation – com Thierry Madiot
2016/09/26 | Tunísia, Sibi Bou Said, Ennejma Ezzahra Palace
2016/09/19 | Tunísia, Túnis